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agosto 19, 2006

Número de Extremistas Islâmicos por Estimativa

Número de Extremistas Islâmicos por Estimativa
por David P. Farrar

(clique para ler original em Inglês)

Uma das coisas mais estúpidas que se pode ouvir ou ler nos nossos dias é que o Islão extremista, não é diferente do Cristianismo extremista,  que ambos são básicamente semelhantes e ambos sofrem de uma adesão pequena de extremistas que dão mau nome a todo o resto do movimento.

Teóricamente isto é verdade: Um Cristão tresloucado que faz explodir uma clínica de aborto é tão mau como um Muçulmano louco que faz explodir uma escola de crianças. Mas esta ideia falha ao não se referir que o número de extremistas Islâmicos é enormemente superior.
O número de Cristãos extremistas que acredita que é justificável pela religião que se matem civis, é talvez de algumas centenas se tanto, (*nota do traductor: parece que é bem maior...). Não há dúvida que os lideres Cristãos condenam qualquer matança de inocentes.

Pensa-se que actualmente o número de Muçulmanos terroristas activos será de 10.000; - o problema é que dezenas de milhões os apoiam. Uma sondagem Pew em Maio de 2005 feita a quase 18.000 pessoas deu os seguintes resultados de apoio à violência contra alvos civis.

Jordânia 88%
Líbano 58%
Paquistão 44%
Indonésia 33%
Turkia 20%
Marrocos 18%

Se tomar-mos em conta o número da população de cada um desses paízes e fizermos a proporção com os números da sondagem, obtemos os seguintes números de apoiantes do Islamismo Extremista.

Jordânia 5.0 milhões
Líbano 2 milhões
Paquistão 70 milhões
Indonésia 80 milhões
Turkia 14 milhões
Marrocos 6 milhões

Portanto só em seis destes países temos 177 milhões de pessoas que acreditam que u suiciídio-bombista é aceitável. Eles representam um terço da população Muçulmana do mundo que apoia os bombistas-suicidas e matar em nome de Deus. (e nem sequer mencionámos aqui o Irão!).

Isto representa uma minoria de Muçulmanos, mas é uma minuria muitíssimo numerosa, por isso da próxima vez que mais alguém disser que está mais preocupado com os Cristãos fundamentalistas extremistas, do que com os Islamistas fundamentalistas extremistas, deve pensar na diferença massiva dos números.
Não se trata aqui de atear e promover uma histeria contra individuos que acontece serem Muçulmanos. Trata.-se sim de reconhecer que o problema é de grandíssimas dimensões.
É muito difícil ter algum crédito quando se reclama que o Islão é uma religião de paz, e que são apenas alguns extremistas que lhe dão mau nome arruinando todos os outros. Cerca de dois-terços ou mais dos Muçulmanos não apoiam a violência contra alvos civis, (*nota do traductor: suicidas-bombistas, fazer explodir aviões comerciais etc), mas qualquer coisa entre 20% e 33% apoiam.... isto não representa uma pequena facção mas sim uma grande facção!.

Se alguém pensa que estes números dizem apenas respeito a Israel ou Iraque, onde tantos Muçulmanos apoiam os ataques-suicidas-bombistas, então que pense no apoio a Osama bin Laden que muito alto em:

Jordânia 60% = 3 milhões
Paquistão 51% = 80 milhões
Indonésia 35% = 80 milhões
Marrocos 26% = 8 milhões
Turkia 7% = 5 milhões
Líbano 2% = 70.000 =20

Isto é 176 milhões mais ou menos apoiam aquele que sonhou com o plano de fazer aviões explodirem contra as torres, meter bombas no metro, em discotecas etc.

O desafio do Islão moderado, e do mundo inteiro é reduzir o número de Muçulmanos que apoiam e aceitam a violência contra civis de 33% para 1% ou menos, para que se enquadrem com os valores normais do resto da humaniddade. Não se prevê que isto possa contecer num anoou mesmo em 10 anos, mas como a sondagem Pew mostra, houve uma pequena melhoria quando comparamos com alguns anos antes, então queremos acreditar que há uma luzinha de esperança no horizonte

(publicado em 13 de Fevereiro de 2006, e editado por Giv Cornfield, PhD membro voluntário do IHC, e outros membros do IHC, www.infoisrael.net)


julho 22, 2006

EM SDEROT

EM SDEROT. Reportagem especial da IHC

por Amihai Zippor

(Notícias IHC, 20 de Julho de 2006)

Duas horas antes da nossa chegada a Sderot, numa pequena missão de solidariedade a partir de Jerusalem, vários "Rockets"(mísseis) foram lançados contra esta cidade activando o " Red Dawn " que é o sistema de alarme sonoro que avisa dos ataques em curso. As palavras "Red Dawn" são emitidas por sistemas de amplicação de som, alertando os residentes para a necessidade de recolherem a abrigos.

Neste momento o sistema " Red Dawn " está a ser aperfeiçoado, e espera-se que consiga providenciar um aviso mais eficaz aos residentes, para que possam procurar abrigos seguros.

As palavras " Red Dawn " estão a ser mudadas para "Color Red" porque há crianças que têm o nome Dwan que sofreram traumaticamente, ao ouvirem o seu nome gritado pelos altifalantes, sempre que havia um ataque.

" Os Palestinianos, estão a tentar e quase a conseguir transformar Sderot numa cidade fantasma. Isto tornou-se num lugar assustador, " palavras do residente Rabi Dov Fendel ditas á IHC.

" Apesar de não existirem números, sabemos que existe pânico e medo e que se muitos podessem saíam daqui, mas não sabem para onde iriam visto que tambem há uma guerra no norte " disse Fendel.

Os residentes de Sderot foram bombardeados com Rockets Qassam em outras alturas, muito antes do plano de desocupação do último verão.

Nessa altura , os lançamentos eram geralmente realizados a partir de sitios profundamente localizados em Gazza e as comunidades ali existentes serviram de zona tampão protegendo as cidades periféricas, mas como Sderot está tão perto da fronteira, mesmo assim foi atingida pelos mísseis.

Apesar de tudo, Fendel encontrava-se optimista e explicou como partes da comunidade se encontram em crescimento e apeasr de ser uma cidade predominatemente secular, o seu seminário planeia expandir-se numa larga ária da cidade.

" Como uma concha (*escudo) para os Palestinianos, construímos, e tudo está a ser feito com fundos independentes e privados.

No topo de uma construção perto da zona este de Sderot, o Rabi Fendel explicou-me que os Qassams, que pesam oito kilos, mataram,,, mas pior do que matarem causam danos inflingindo o medo no coração das pessoas.

É como se entrasses numa casa com uma pistola, disparasses e dissesses falhei... não tem importância... mais ou menos o que aconteceu duas horas antes quando um dos misseís caíu muito perto de uma casa, falhando por muito pouco os seus ocupantes.

" Basta apenas estares dois metros para um lado ou para o outro e és um homem morto " disse o Rabi.

Já houve mortos, embora no último ano e meio, não tenha acontecido nenhuma fatalidade, as pessoas vivem debaixo dessa ameaça, sabemdo que os mísseis que permanente são disparados para ali, acabarão mais tarde ou mais cedo por causar mais mortes, disse o Rabi Fendel.

Sderot foi estabelecida em 1954 de Judeus, Persas e Marroquinos, que depois de transportados de barco até ali, sem considerações estratégicas, apesar de na realidade se encontrarem a 3 kilometros da fronteira de Gaza.

O Rabi descreveu como as autoridades locais os colocaram em camiões e quando os camiões ficaram sem gazolina, nesse mesmo local fundaram a cidade.

Por volta de 1990, uma corrente de emigração Russa, elevou o número da população para um número perto do actual que é de 25 000.

Antes da guerra-dos-seis-dias em 1967, residentes dizem que os laços entre os Judeus locais e àrabes de Gaza eram muito esporádicos, mas que depois se desenvolveram muito.

Só depois da primeira intifada ter começado em 1987 é que as relações tremeram umj pouco, mas mesmo assim mantiveram-se fortes. No entante quando o processo Olso começou e Israel deu armas a Yasser Arafat (na condição de Presidente Líder Palestiniano) pensando que ele quereria apostar numa solução pacífica, nessa altura toda a colaboração entre Judeus locais e àrabes cessou.

Neste momento Fendel diz que a situação foi de mal a pior.

" É muito claro que a retirada da facha de Gazza, multiplicou a motivação e deu um novo espírito aos Palestinianos. Se se conseguem ver livres de Neve Dekalim tudo é possível " disse.

A sua esposa Mechi-Frieverwitzer-Fendel concorda mas acredita que Sderot tem um papel político melhor do que o das comunidades no interior de Gazza.

" Quando os mísseis caíam na comunidade de Gazza o povo em Israel dizia " è bem feito porque estão lá " mas quando um míssil cai aqui, sempre temos um pouco de simpatia por parte do público. " disse a esposa do Rabi.

Parte da simpatia foi conseguida com a tenda de protesto em funcionamento nas 24 horas

que é usada para fazer crescer o estado de alerta e conhecimento da situação.

Logo aseguir à incursão que Israel realizou na faixa de Gazza em 25 de Junho de 2006 logo a seguir ao ataque do Hamas que causou a morte de dois soldados das IDF (Forças de Defesa de Israel) e a mutilação de um terceiro o IDF respondeu com disparos de artelharia apontando a zonas abertas ao longo da fronteira e limitando os ataques aérios a células terroristas.

Os residentes de Sderot ficaram furiosos com o governo porque não autorizaram as IDF a usar maior capacidade contra os Palestinianos, sendo que muitos desses ataques vieram de comunidades anteriormente evacuadas em Gazza.

Agora que Israel incursiu em Gazza com a finalidade de desmantelar as infra-estruturas de terror ali criadas o povo de Sderot renovou a sua esperança em que o fim desses ataques pode estar a chegar, mais cedo do que o esperado.

Até que o fim dos ataques venha ser uma realidade, a vida na comunidade continua, embora por exemplo se peça às crianças que brinquem perto de árias cobertas onde se possam abrigar quando esses ataques acontecem.

Os teenagers tambem sentem bem a pressão, como por exemplo Ohr de 16 anos trabalhadora explicou ao jantar.

Ela conta-nos que vive constantemente com medo e que se lembre de há um ano e meio, vizinha sua amiga, Elle Abukassis foi morto enquanto ela se esforçava por salvar as suas sobrinhas depois da casa onde viviam ser atingida por um Qassam

" Eu estava em casa quando se deu essa explosão enorme e assustadora e ela foi atingida na sua propria casa " relatou Ohr.

Ali ela disse que outras como ela querem a Paz, mas que antes que possa haver Paz, Israel tem que destruír os grupos cujo único objectivo é destruir o estado de Israel.

Os ataques com mísseis a Sderot ecomunidades vizinhas diminuíram um pouco neste últimos dias, mas esles estão a caír em muito maior número, e quando caiem causam danos, ferem pessoas e instilam o medo.

Na passada semana , mais de 30 mísseis atingiram Sderot, em cidades vizinhas e a west no Deserto de Negev. Muitas pessoas têm sido atingidas.

Fonte: Texto original do autor, repóter da IHC

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